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1kg por R$ 1 milhão: entenda por que o roubo de pedras da vesícula de boi tem se tornado cada vez mais comum

Editor
Última atualização: 21 de abril de 2024 23:33
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Tempo: 2 min.
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Uma investigação do Fantástico deste domingo revelou um mercado milionário e crimes envolvendo o roubo de pedras da vesícula de boi, vendidas principalmente para países asiáticos com um valor de mercado de R$ 1,5 bilhão. Essas pedras, consideradas preciosidades, são geradas dentro das vesículas de bois e vacas mais velhos, sendo mais valiosas do que cortes de carne nobres. O Brasil é um dos maiores produtores dessas pedras no mundo, com um mercado formal para sua comercialização, embora também haja casos de roubo e contrabando.

Os assaltos a empresas que lidam com essas pedras têm se tornado mais frequentes, com bandidos levando milhões de reais em pedras de vesícula de boi. Em setembro de 2023, uma onda de assaltos teve início no interior de São Paulo, chamando atenção para a cobiça desses criminosos. As pedras são usadas na medicina tradicional de países do leste da Ásia, como China, Japão e Coreia, em tratamentos para diversas condições de saúde, sendo consideradas ingredientes valiosos em remédios naturais.

A alta procura por essas pedras tem causado escassez no mercado, tornando-as cada vez mais raras, já que o gado é abatido mais jovem, impedindo a formação das pedras. O médico Dongwoo Nam, especialista em medicina tradicional asiática, explica que as pedras são utilizadas em tratamentos para derrames, problemas cardíacos, ansiedade e insônia. Com a demanda crescente e a oferta limitada, a China se destaca como o principal comprador dessas preciosidades, o que tem motivado crimes e chamado a atenção das autoridades para essa questão delicada.

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