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Leitura: Após STF barrar medida, frente parlamentar defende a desoneração da folha: ‘Gerar empregos e renda’
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Após STF barrar medida, frente parlamentar defende a desoneração da folha: ‘Gerar empregos e renda’

Bianca Almeida
Última atualização: 26 de abril de 2024 04:27
Bianca Almeida
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Tempo: 2 min.
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O Ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, acolheu ação do governo e suspendeu a lei aprovada pelo Congresso que desonerava a folha de pagamentos de 17 setores intensivos em mão de obra. A decisão liminar atendeu ao argumento do governo de que a renúncia fiscal precisa ser acompanhada de uma previsão do impacto orçamentário, visando evitar desajustes nas contas públicas. A suspensão permanecerá em vigor até que seja indicado o impacto fiscal da medida, sendo que a decisão será avaliada pelo plenário virtual do STF.

A Frente Parlamentar do Empreendedorismo, liderada pelo deputado Joaquim Passarinho, criticou a decisão de Zanin, defendendo a importância da desoneração para a geração de empregos e renda, além da redução do chamado “Custo Brasil”. A nota ressalta a discordância com a atitude do governo de contestar judicialmente a desoneração, prorrogada pelo Congresso no final de 2023. A Frente espera que o plenário do STF reverta a decisão e restabeleça a desoneração como uma política fundamental para o país.

A lei da desoneração, promulgada no ano anterior pelo Congresso, permitia a substituição da alíquota previdenciária de 20% sobre os salários por uma alíquota de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em 17 setores diversos, incluindo indústria, serviços, transportes e construção. A medida beneficia municípios de até 156 mil habitantes e foi objeto de controvérsia após veto presidencial derrubado pelos parlamentares. A decisão do STF sobre a suspensão da desoneração terá impacto significativo no cenário econômico e nas relações entre os poderes Executivo e Legislativo.

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