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Leitura: ‘Aprendi a mascarar no decorrer da minha vida’, conta empresária diagnosticada com o autismo aos 30 anos
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‘Aprendi a mascarar no decorrer da minha vida’, conta empresária diagnosticada com o autismo aos 30 anos

Thiago Martins
Última atualização: 7 de abril de 2024 09:39
Thiago Martins
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Tempo: 2 min.
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A empresária e educadora financeira Astrid Lacerda, residente em Juiz de Fora, compartilhou em suas redes sociais a descoberta tardia de seu diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) aos 31 anos. Após um ano de questionamentos em terapia, Astrid buscou esclarecimento com uma psiquiatra, iniciando um processo de avaliação que durou três meses. A confirmação do TEA gerou uma crise existencial, levando-a a refletir sobre sua identidade e forma de perceber o mundo.

Astrid Lacerda, ao aceitar e adaptar-se ao diagnóstico de autismo, compartilha suas experiências nas redes sociais, destacando os desafios enfrentados e as estratégias utilizadas para lidar com o espectro. A psicóloga Luana Marçal ressalta a subnotificação do TEA, enfatizando a importância do diagnóstico precoce na infância para possibilitar um tratamento adequado e evitar possíveis traumas. Astrid acredita que, se tivesse sido diagnosticada mais cedo, poderia ter evitado experiências negativas, como o bullying na escola, decorrente da dificuldade em compreender e se comunicar com o mundo ao seu redor.

Astrid Lacerda, conhecida por suas palestras sobre educação financeira, passou a incluir em suas redes sociais discussões sobre autismo, buscando conscientizar e compartilhar sua jornada de autodescoberta. A descoberta tardia do autismo de Astrid destaca os desafios enfrentados por adultos que recebem o diagnóstico do TEA, evidenciando a importância da compreensão e suporte para aqueles que lidam com o espectro de forma tardia.

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