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Pacientes morrerão se não forem retirados de hospital destruído em Gaza, diz chefe da OMS

Marcela Guimarães
Última atualização: 3 de abril de 2024 17:00
Marcela Guimarães
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Tempo: 2 min.
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A destruição do Hospital Al Shifa em Gaza, após uma operação das forças israelenses, levanta sérias preocupações sobre a segurança e a vida dos pacientes que necessitam de atendimento médico urgente. O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o risco iminente de mais mortes caso as transferências médicas não ocorram rapidamente, enfatizando a urgência da situação. A lentidão na retirada dos pacientes do hospital destruído pode resultar em consequências fatais, já que muitas pessoas podem não ter acesso aos serviços médicos essenciais.

A situação crítica exige ações rápidas e eficazes para garantir a segurança e o atendimento médico adequado aos pacientes afetados pela destruição do Hospital Al Shifa. Líderes da oposição em Israel pedem eleições antecipadas, enquanto a população local enfrenta a escassez de instalações de saúde operacionais. Com apenas 10 dos 36 hospitais de Gaza funcionando parcialmente, a crise humanitária se agrava, colocando em risco a vida de milhares de pessoas que dependem desses serviços vitais.

A OMS e outros órgãos internacionais estão mobilizando esforços para lidar com a emergência médica resultante da destruição do maior hospital da Faixa de Gaza. A precariedade do sistema de saúde na região, já sobrecarregado e inadequado, representa um desafio adicional para a transferência e o atendimento dos pacientes afetados. A urgência de restabelecer o acesso à assistência médica essencial e a necessidade de ações rápidas para evitar mais perdas de vidas humanas são questões prementes que exigem atenção imediata da comunidade internacional.

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