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Como tecnologia por trás do maior telescópio do mundo está revolucionando a ciência

Gustavo Henrique Lima
Última atualização: 29 de agosto de 2024 04:30
Gustavo Henrique Lima
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Tempo: 2 min.
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No árido Deserto do Atacama, no Chile, o Observatório Europeu do Sul (ESO) está construindo o maior telescópio óptico do mundo, denominado Telescópio Extremamente Grande (ELT). Com início das operações previsto para 2028, o ELT contará com um espelho primário de 39 metros de diâmetro, composto por 798 segmentos hexagonais. Esse espelho terá a capacidade de captar 100 milhões de vezes mais luz do que o olho humano e manter sua precisão com um nível 10 mil vezes mais refinado que um fio de cabelo humano.

Além do espelho primário, o ELT terá outros espelhos avançados, como o M4, o maior espelho deformável já fabricado. O M4 pode mudar de forma 1.000 vezes por segundo para corrigir distorções causadas pela atmosfera e pelas vibrações do telescópio. Os espelhos são resultados de tecnologia de ponta, com o M4 sendo fabricado na Alemanha e outros espelhos em fase final de montagem para serem transportados ao Chile.

Enquanto isso, na Alemanha, cientistas do Instituto Max Planck de Óptica Quântica desenvolveram um espelho quântico que opera em escalas microscópicas, com potencial para futuras tecnologias quânticas. Além disso, a Zeiss está produzindo espelhos ultraplanos para máquinas de litografia que imprimem chips de computador, com precisão tão alta que permite identificar uma bola de golfe na Lua. Essas inovações em tecnologia de espelhos são cruciais para avanços futuros em diversas áreas da ciência e da tecnologia.

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