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Leitura: Luta, tabus e superação: professora conta que chegou a pensar que não resistiria após diagnóstico de esclerose múltipla no interior de SP
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Luta, tabus e superação: professora conta que chegou a pensar que não resistiria após diagnóstico de esclerose múltipla no interior de SP

Laura Ferreira
Última atualização: 31 de agosto de 2024 08:30
Laura Ferreira
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Tempo: 2 min.
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Fernanda Motta de Paula Resende, professora de Política Educacional da Unesp e residente em São José do Rio Preto (SP), recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla em novembro de 2023. A notícia inicial trouxe medo e desespero, pois a falta de informações sobre a doença fez com que ela pensasse que sua vida pessoal e profissional estava comprometida. No entanto, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado mudaram seu quadro clínico e melhoraram sua qualidade de vida.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune crônica que afeta o sistema nervoso central, prejudicando cérebro e medula espinhal. Os sintomas variam desde visão turva até dificuldades motoras e sensações anormais. O tratamento inclui medicações imunológicas e, em alguns casos, corticoides ou filtragem de sangue para controlar os surtos e melhorar a função neurológica. Fernanda ressalta a importância de entender e desmistificar a doença para combater o preconceito e garantir um suporte adequado.

O apoio de familiares, amigos e profissionais foi crucial para Fernanda durante seu tratamento. Hoje, ela usa sua experiência para conscientizar outras pessoas sobre a esclerose múltipla e enfatiza a necessidade de um entendimento mais profundo sobre a doença. A Campanha Agosto Laranja, que promove a conscientização sobre a esclerose múltipla, busca desmistificar a condição e estimular o diagnóstico precoce, ajudando a combater os tabus e o preconceito relacionados à doença.

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