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Polícia Civil investiga venda de frutas contaminadas com veneno de rato em Alter do Chão

Bruno de Oliveira
Última atualização: 14 de agosto de 2024 11:38
Bruno de Oliveira
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Tempo: 2 min.
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O comerciante José Domingos, de 65 anos, admitiu ter adicionado veneno de rato em frutas e legumes vendidos na vila turística de Alter do Chão, no oeste do Pará. Após a apreensão de quatro caixas de produtos contaminados, a Polícia Civil investiga o caso, com suspeitas de contaminação dos alimentos destinados ao consumo público. O delegado Germano do Vale, responsável pelo inquérito, destacou que, embora José Domingos tenha alegado apenas afastar roedores, sua conduta expôs os moradores a sérios riscos de contaminação.

O comerciante foi enquadrado no artigo 270 do Código Penal por misturar substâncias nocivas em produtos destinados ao consumo, mesmo alegando falta de intenção de prejudicar os consumidores. Além disso, José Domingos enfrenta acusações de desacato após ofender servidores municipais que o notificaram sobre práticas inadequadas de manipulação de alimentos. Respondendo em liberdade, ele está sujeito a punições previstas pela lei, que considera a negligência em casos de risco à saúde pública como passível de penalização.

Diante da gravidade da situação, a Polícia Científica analisa os produtos apreendidos para identificar a presença de veneno, aguardando o laudo técnico para prosseguir com o inquérito policial. O caso, registrado na 16ª Seccional Urbana de Santarém, envolve dois procedimentos: um pelo desacato aos servidores e outro pela contaminação dos alimentos. A conduta imprudente de José Domingos expõe a fragilidade dos controles e a importância da fiscalização rigorosa para garantir a segurança alimentar da população.

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