Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Uso de cadáveres congelados no ensino de harmonização facial
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
EconomiaÚltimas notícias

Uso de cadáveres congelados no ensino de harmonização facial

Camila Pires
Última atualização: 28 de setembro de 2024 03:27
Camila Pires
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Uma faculdade em Campinas (SP) tem adotado uma prática inovadora ao importar cadáveres humanos congelados dos Estados Unidos, utilizando a técnica de preservação conhecida como ‘fresh frozen’. Esse método é utilizado para aulas práticas de harmonização facial, permitindo que os alunos aprendam procedimentos estéticos com uma fidelidade maior em relação a corpos vivos, uma vez que não são utilizados produtos químicos que alterem as características naturais dos cadáveres. A legislação brasileira permite a doação de corpos para fins científicos, mas a baixa adesão levou algumas instituições a buscar essas importações.

As cabeças congeladas, que são adquiridas mediante autorização dos doadores, passam por um rigoroso controle e são armazenadas em freezers na instituição. Após um período de uso, que depende do estado de deterioração, as peças são enviadas de volta aos Estados Unidos. A professora responsável pelas aulas enfatiza a importância dessa abordagem para proporcionar um ambiente seguro onde os alunos podem errar e aprender antes de aplicarem as técnicas em pacientes vivos.

A prática não apenas visa o aprendizado técnico, mas também considera o aspecto psicológico dos alunos, que recebem preparação para lidar com a manipulação de cadáveres. Para respeitar as peças, a instituição adota rituais que não têm cunho religioso, e a proibição de celulares durante as aulas ajuda a evitar qualquer abuso de imagens, garantindo um ambiente de respeito e ética no ensino.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Paz entre EUA e Irã Depende de Ganhos Econômicos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?