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Maternidades públicas de Goiânia enfrentam dificuldades e buscam apoio do Ministério Público

Patricia Nascimento
Última atualização: 29 de outubro de 2024 23:18
Patricia Nascimento
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Tempo: 1 min.
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A Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia (SGGO) solicitou ao Ministério Público de Goiás uma investigação sobre as condições das maternidades Dona Iris, Célia Câmara e Nascer Cidadão, que recentemente começaram a normalizar seus atendimentos após a suspensão dos serviços eletivos devido a problemas de repasses financeiros. A SGGO destacou que essa situação impõe dilemas éticos e morais aos médicos obstetras, que enfrentam a dificuldade de oferecer um atendimento adequado sob condições precárias.

Os profissionais de saúde estão preocupados com a sobrecarga e a restrição de recursos, que comprometem a segurança de pacientes e recém-nascidos, além de dificultarem a prática médica responsável. A SGGO expressou que a recente paralisação agravou o colapso da saúde municipal, representando um retrocesso significativo na assistência a gestantes e bebês, o que coloca em risco vidas e viola o direito constitucional ao acesso à saúde.

Em sua nota, a SGGO manifestou solidariedade às pacientes e aos profissionais afetados, reafirmando seu compromisso de acompanhar a situação e exigir soluções rápidas e eficazes para garantir condições dignas de atendimento nas maternidades. A entidade enfatizou a importância de normalizar os serviços para proteger a saúde da população mais vulnerável em Goiânia.

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