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Leitura: Modelo revela desafios e esperança no diagnóstico de esclerose múltipla
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Modelo revela desafios e esperança no diagnóstico de esclerose múltipla

Rafael Barbosa
Última atualização: 13 de abril de 2025 22:59
Rafael Barbosa
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Tempo: 2 min.
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A modelo e apresentadora Carol Ribeiro, de 43 anos, compartilhou publicamente seu diagnóstico de esclerose múltipla após meses de sintomas persistentes e mal interpretados. Em entrevista, ela descreveu sinais como fadiga extrema, confusão mental e dificuldades motoras, que inicialmente atribuiu ao estresse ou à menopausa. Apenas após buscar ajuda médica especializada, incluindo a orientação de uma amiga médica, Carol realizou exames que confirmaram a doença, uma condição crônica que afeta o sistema nervoso central.

A esclerose múltipla, que atinge cerca de 40 mil brasileiros, ocorre quando o sistema imunológico ataca a bainha de mielina, estrutura que protege os neurônios. Sintomas como dormência, perda de visão e alterações motoras são comuns, mas frequentemente confundidos com outras condições, retardando o diagnóstico. O neurologista Dr. Rodrigo Thomaz destacou que a doença é mais prevalente em mulheres entre 20 e 40 anos, mas tende a ser mais agressiva em homens, afetando mobilidade e equilíbrio.

Apesar do impacto emocional do diagnóstico, especialistas enfatizam que os tratamentos disponíveis, inclusive pelo SUS, permitem controlar a progressão da doença e manter a qualidade de vida. Carol Ribeiro e outras personalidades, como atrizes já conhecidas pelo público, têm ajudado a aumentar a conscientização sobre a condição, mostrando que é possível viver bem com o tratamento adequado. A mensagem central é a importância de ouvir os sinais do corpo e buscar ajuda médica precocemente.

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