Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Atriz reflete sobre pressão estética e jornada de autoaceitação
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
EconomiaÚltimas notícias

Atriz reflete sobre pressão estética e jornada de autoaceitação

Rafael Barbosa
Última atualização: 6 de maio de 2025 17:37
Rafael Barbosa
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Nos últimos anos, uma atriz brasileira tornou-se símbolo da discussão sobre o chamado “corpo real”, embora ela própria critique o termo por considerar que todos os corpos são válidos. Em entrevista, ela relembrou como, no passado, internalizou críticas sobre sua aparência, acreditando que estava errada por não se encaixar em padrões. A influência de comentários nas redes sociais e a cobrança por mudanças físicas para certos papéis a levaram a questionar essas imposições, até perceber que o problema não era ela, mas sim uma estrutura que pressiona as mulheres a se moldarem a expectativas irreais.

Aos poucos, ela desconstruiu essa mentalidade e passou a enxergar sua beleza como legítima, além de ampliar seu olhar para outras formas de existência feminina. O incômodo com perguntas recorrentes sobre emagrecimento a fez entender que estava sendo colocada em um lugar que não a representava. “Percebi que estavam me empurrando para um lugar que não me cabia”, afirmou, destacando como muitas mulheres vivem situações semelhantes.

Sua jornada de autoaceitação a levou a defender não só o direito de existir como é, mas também de celebrar a diversidade de corpos e belezas ao seu redor. “O que eu luto hoje é basicamente pra existir e querer que as pessoas existam à minha volta”, concluiu, reforçando a importância de resistir a padrões opressivos e abraçar a pluralidade.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ana Paula Renault rebate críticas de Luciano Huck ao Bolsa Família
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?