Durante uma audiência em Washington, no dia 3 de setembro de 2025, o embaixador Roberto Azevêdo, consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), defendeu o sistema de pagamentos Pix, afirmando que ele beneficia empresas americanas e é semelhante ao sistema FedNow dos EUA. Azevêdo enfatizou que o Pix não gera ameaças ao país, apresentando-o como uma ferramenta que pode facilitar as transações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Essa defesa acontece em um contexto de investigação sobre práticas comerciais brasileiras, evidenciando a relevância do Pix nas relações econômicas internacionais.

