Em Aparecida de Goiânia, a primeira colheita do Projeto Agricultura Urbana ocorreu na Escola Municipal Valdir Gonçalves de Aguiar, no Jardim Tiradentes. O evento, realizado em menos de um mês após o lançamento do projeto, contou com a participação de alunos, educadores, pais e representantes da prefeitura.
Alfaces, coentro e couve foram colhidos e integrados aos lanches escolares, promovendo uma merenda mais saudável. A secretária municipal de Educação, Núbia Faria, comentou:
““É gratificante ver nossos estudantes aprendendo a plantar e colher, e já levando para a mesa alimentos que eles mesmos cultivaram. Essa vivência amplia o aprendizado, fortalece hábitos saudáveis e contribui para a segurança alimentar das famílias.””
A iniciativa resulta de uma parceria entre a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), o Sistema Faeg/Senar, a Emater, o Instituto Hebrom Humano e o Projeto Pare a Fome. O objetivo é transformar áreas públicas ou em escolas e centros de convivência ociosas em hortas comunitárias, promovendo sustentabilidade e alimentação saudável.
Jones Silva, coordenador do programa, destacou:
““O Projeto Agricultura Urbana é um exemplo da gestão do prefeito Leandro Vilela, que tem colocado a segurança alimentar como prioridade em Aparecida. Essa primeira colheita mostra que estamos no caminho certo, unindo educação, sustentabilidade e geração de oportunidades.””
O programa, que começou em 10 unidades escolares, pretende se expandir para todas as escolas da rede municipal nos próximos anos. Além de capacitação técnica e conscientização ambiental, parte da produção é incorporada à merenda escolar, aproximando a comunidade da vida escolar.
Os alunos também celebraram a colheita. O estudante João Miguel Pereira Silva afirmou:
““Estamos aprendendo aqui com o programa a plantar e a colher. E agora podemos comer saudável e gostoso. Tem alface, coentro, couve, tudo gostoso e a gente está gostando muito de participar de tudo.””
A diretora da escola, Neuzelita Pereira, comemorou a colheita e ressaltou o engajamento da comunidade:
““Começamos em setembro com muita expectativa e, em poucas semanas, nossos canteiros já estão cheios de vida. Ver as crianças participando de cada etapa, da semente à colheita, é uma experiência transformadora para todos nós.””

