O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o procurador-geral têm a responsabilidade de manter uma distância do presidente, assegurando que suas decisões não sejam influenciadas por interesses pessoais. Essa separação é fundamental para garantir a imparcialidade do sistema judicial e evitar que o presidente atue como um agente de vingança contra adversários políticos. A crescente preocupação sobre a influência do presidente nas investigações judiciais levanta questões críticas sobre a integridade das instituições democráticas e a proteção contra tendências autoritárias no governo.

