Empresas britânicas revisam políticas éticas após críticas à agenda ‘woke’

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

Mais da metade das empresas no Reino Unido está alterando suas abordagens em relação a políticas éticas devido às críticas da administração Trump à agenda ‘woke’. Uma pesquisa realizada com 250 advogados gerais e diretores jurídicos de organizações de destaque no país revelou que as empresas estão reconsiderando, e em alguns casos, abandonando iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) em resposta à reação negativa observada nos Estados Unidos.

Os dados indicam que as organizações britânicas estão se adaptando a um ambiente de negócios em mudança, onde políticas anteriormente consideradas essenciais estão sendo revisadas ou descartadas. Essa mudança reflete uma preocupação com as repercussões das iniciativas DEI, que têm enfrentado resistência em várias partes do mundo, especialmente nos EUA. O movimento é significativo, pois demonstra como a política externa pode influenciar práticas empresariais locais.

As implicações dessa revisão nas políticas éticas podem ser profundas, afetando não apenas a cultura organizacional, mas também a percepção pública dessas empresas. À medida que as organizações buscam equilibrar a responsabilidade social com os desafios externos, o debate sobre a ética nos negócios torna-se mais relevante. O futuro dessas políticas dependerá de como as empresas responderão a essas pressões e da evolução do diálogo sobre diversidade e inclusão.

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