Censo revela que 77% das crianças em união conjugal são meninas

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que mais de 34 mil meninas e meninos entre 10 e 14 anos estão em alguma forma de união conjugal no Brasil. Essa estatística, divulgada durante a semana, destaca que 77% desse total são meninas, que enfrentam a transição para a vida adulta de maneira precoce e muitas vezes sem suporte adequado.

O Censo de 2022, que coletou essas informações, lança luz sobre uma realidade alarmante que afeta a infância e adolescência no país. A situação expõe não apenas a vulnerabilidade dessas crianças, mas também a necessidade de políticas públicas voltadas para a proteção dos direitos das meninas, que frequentemente são submetidas a realidades de vida que não condizem com sua faixa etária.

As implicações dessa realidade são profundas e demandam uma resposta urgente da sociedade e do governo. É fundamental que haja um diálogo sobre a importância de garantir a infância e as oportunidades de desenvolvimento para essas meninas, evitando que sejam colocadas em papéis de adultização precoce. O desafio é assegurar que direitos fundamentais sejam respeitados, promovendo um futuro mais justo e igualitário.

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