A cúpula global sobre clima deste ano, marcada para começar no Brasil em 6 de novembro de 2025, destaca a abordagem da administração Trump em negociações climáticas. O evento promete trazer à tona não apenas questões ambientais, mas também as táticas de pressão utilizadas nos bastidores para influenciar decisões. Essas estratégias têm gerado preocupação entre líderes mundiais e especialistas em meio ambiente.
Nos bastidores, a administração tem sido acusada de operar com uma abordagem de ‘diplomacia dura’, onde interesses nacionais são priorizados em detrimento de acordos multilaterais. A expectativa é que essas práticas sejam discutidas abertamente durante a cúpula, à medida que países buscam um consenso sobre ações efetivas contra mudanças climáticas. O evento representa uma oportunidade crucial para avaliar a disposição dos Estados Unidos em colaborar em questões globais.
As repercussões dessas táticas podem ser significativas, afetando a confiança entre nações e a eficácia dos esforços conjuntos contra as mudanças climáticas. À medida que a cúpula avança, a comunidade internacional observará atentamente como as dinâmicas de poder se desenrolam e se elas resultarão em avanços ou retrocessos nas negociações ambientais. O futuro da diplomacia climática pode depender das decisões tomadas nesse fórum importante.

