A terapia significativa é apresentada como uma solução para lidar com os piores impulsos do ser humano, ressaltando a importância de seu acesso a todos. A autora compartilha suas reflexões pessoais sobre a vida familiar e a fragilidade das relações, além de momentos marcantes vividos com pacientes que encontraram compreensão e empatia. Essas experiências ressaltam o papel crucial da terapia na construção de conexões significativas e no fortalecimento da saúde mental.
A narrativa destaca como a terapia psicanalítica, e sua evolução para a psicoterapia psicodinâmica, não se limita ao olhar interior, mas também à interconexão entre o terapeuta e o paciente. Através de suas memórias, a autora enfatiza a relevância do espaço terapêutico para ouvir e entender os próprios sentimentos, promovendo um processo de autoconhecimento necessário. Essa abordagem é vital em tempos de crescente pressão emocional e social.
Por fim, a autora apela para a necessidade de lutar pela disponibilização de terapias significativas a todos, considerando o impacto positivo que isso pode ter na sociedade. À medida que mais pessoas buscam apoio emocional, garantir acesso a esses serviços torna-se uma prioridade. Portanto, a discussão sobre a acessibilidade à terapia deve ser ampliada, refletindo em políticas públicas que valorizem o bem-estar psicológico da população.

