As ações da petroleira Brava (BRAV3) registraram um expressivo aumento de 19,66% em apenas seis pregões, subindo de R$ 13,43 para R$ 16,07. Este crescimento foi impulsionado por especulações relacionadas a fusões e aquisições, incluindo uma potencial venda de ativos para a Eneva e uma oferta de participação da Ecopetrol. Às 13h40, horário de Brasília, os papéis apresentavam uma alta de 3,68%.
O noticiário recente trouxe à tona a possibilidade de um ‘short squeeze’, dado que cerca de 21% das ações estão alugadas. Embora a Brava tenha negado a existência de tratativas formais, um relatório do JPMorgan sugere que, se confirmadas, essas transações poderiam fortalecer a base de ativos da empresa e atrair um novo acionista de referência. Além disso, a Brava está atenta a oportunidades de fusões e aquisições, o que reforça o interesse do mercado.
Para 2026, a companhia prevê investir US$ 550 milhões, com foco na perfuração de novos poços. A projeção de investimentos para este ano é de cerca de US$ 500 milhões. O mercado observa atentamente o desenrolar dessas negociações, que, se concretizadas, poderão impactar positivamente os preços das ações e a posição da Brava no setor.

