Alckmin defende retirada de Moraes da Lei Magnitsky como ato de justiça

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que a retirada do nome do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, das sanções da Lei Magnitsky foi um ato de justiça. Em entrevista a jornalistas em São Paulo, ele ressaltou que o presidente Lula sempre deixou claro seu desejo de rever não apenas as tarifas impostas ao Brasil, mas também as sanções decorrentes da legislação americana. Essa retirada é vista como um reconhecimento do trabalho da Suprema Corte brasileira e uma melhoria nas relações entre Brasil e Estados Unidos.

Alckmin detalhou que desde a primeira conversa entre Lula e o então presidente Donald Trump, a necessidade de reavaliação da Lei Magnitsky foi enfatizada. O vice-presidente expressou que as duas nações possuem uma “avenida” de diálogo, que deve ser benéfica para ambos os lados. Essa mudança nas sanções pode ser um passo importante para fortalecer a cooperação bilateral e facilitar futuras negociações entre os países.

Além disso, Alckmin comentou sobre a aprovação de um Projeto de Lei que altera a dosimetria das penas para crimes relacionados a tentativas de golpe de Estado. Ele acredita que mudanças na legislação não devem ser motivadas por questões momentâneas e ressaltou a necessidade de estabilidade nas leis. O vice-presidente também se esquivou de perguntas sobre sua possível candidatura ao governo de São Paulo, afirmando que ainda é cedo para definições.

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