Mariangela Fialek, assessora especial da Câmara dos Deputados, foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última sexta-feira. Seus advogados sustentam que a servidora realizava um trabalho técnico, obedecendo às diretrizes estabelecidas pela presidência da Casa e pelos líderes partidários. A defesa busca esclarecer sua posição em meio a alegações de irregularidades na gestão de emendas parlamentares.
Os advogados, Luis Inácio Lucena Adams e Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro, enfatizam que Mariangela, conhecida como Tuca, atuava conforme o que foi decidido pelo colégio de líderes da Câmara. Eles negam que a assessora tenha cometido qualquer infração relacionada à distribuição dos recursos. A defesa busca, assim, proteger a integridade da servidora e sua atuação no cargo.
O desdobramento dessa operação pode ter implicações significativas para a gestão das emendas parlamentares e para a reputação da Câmara dos Deputados. Dependendo do resultado das investigações, a situação pode gerar debates sobre a responsabilidade dos assessores e a transparência nas práticas legislativas. A defesa de Mariangela se mostra confiante em demonstrar que suas ações foram sempre em conformidade com as normas estabelecidas.

