A polícia federal da Austrália declarou que o massacre ocorrido na praia de Bondi, em Sydney, durante a celebração de Hanucá, foi um ato terrorista com inspiração no Estado Islâmico. O ataque, que deixou 15 mortos, envolveu um pai e seu filho, com o mais velho sendo morto pelas forças de segurança e o mais jovem hospitalizado após o incidente.
As conclusões da investigação, anunciadas pelo primeiro-ministro Anthony Albanese, foram baseadas em evidências, incluindo bandeiras do Estado Islâmico encontradas no veículo utilizado pelos atacantes. Além das fatalidades, cerca de 25 pessoas permanecem internadas, sendo dez em estado crítico, o que levanta preocupações adicionais sobre a segurança pública e o gerenciamento de crises no país.
O ataque provocou um intenso debate sobre as leis de posse de armas na Austrália, uma vez que o suspeito mais velho havia adquirido legalmente seis armas. As autoridades também estão investigando uma viagem recente dos suspeitos às Filipinas, e foram encontrados dispositivos explosivos no carro, o que pode indicar um planejamento mais amplo e complexo por trás do ataque.

