O relatório da Capgemini, elaborado pelo futurista Mateus Oazem, apresenta nove macrotendências que moldarão o futuro da inteligência artificial e da tecnologia até 2026. Entre as previsões, destaca-se a presença crescente de algoritmos na tomada de decisões, onde sistemas automatizados se tornarão conselheiros em vários setores, incluindo governamental e empresarial.
Além disso, Oazem aponta para a ascensão das personas sintéticas, que ganham protagonismo em atendimentos e interações com consumidores, tornando as marcas mais relacionáveis. Outro aspecto importante é a automação absoluta, onde máquinas não apenas executam tarefas, mas também interpretam contextos e tomam decisões, desafiando o papel humano a um nível mais ético e de supervisão.
Essas tendências têm implicações significativas, como a necessidade de reestruturação das cadeias produtivas para atender à crescente demanda por soluções sustentáveis e a adaptação das organizações a novas formas de trabalho. O futuro não será apenas moldado pela tecnologia, mas também pela capacidade de adaptação e inovação, tornando a imaginação estratégica uma vantagem competitiva essencial.

