Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, foi considerado foragido pela Polícia Federal após não ser encontrado em sua residência. A decisão ocorreu em meio a uma ordem de prisão domiciliar decretada no último sábado. Sua defesa informou que ele mudou de endereço, mas não revelou o novo local aos agentes da lei.
Rocha foi condenado a sete anos e seis meses de prisão em regime semiaberto, a menor pena entre os envolvidos na trama golpista que questionou a legitimidade das eleições de 2022. O Instituto Voto Legal, sob sua presidência, foi contratado pelo PL para auditar as urnas eletrônicas. Sua condenação ainda não é definitiva, pois cabe recurso.
A situação de Rocha levanta preocupações sobre a continuidade das investigações relacionadas à trama golpista. A Procuradoria-Geral da República afirma que o grupo liderado por ele buscava desacreditar o processo eleitoral. O desdobramento desse caso pode impactar a imagem do PL e suas ações futuras relacionadas ao processo eleitoral.

