A Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho, será sediada em três países: Estados Unidos, Canadá e México. Este torneio marcará um novo recorde, com a participação de 48 seleções e um total de 104 jogos, um aumento significativo em relação à edição anterior. O Brasil fará sua estreia no dia 14 de junho contra o Marrocos, em um evento que promete ser o maior da história do futebol.
Além da ampliação do número de seleções, o formato da competição também será alterado, com a criação de 12 grupos de quatro times e uma fase extra de mata-mata. As distâncias entre as cidades-sede, como Vancouver e Miami, exigirão longos deslocamentos, o que contrasta com a compacta geografia do Catar, sede anterior. Em meio a essas inovações, a FIFA instituiu pausas obrigatórias para hidratação, uma medida que visa preservar a saúde dos atletas em condições climáticas adversas.
Entretanto, nem todos os torcedores poderão assistir aos jogos, pois cidadãos de países como Irã e Haiti enfrentarão restrições de entrada nos Estados Unidos, o que levanta questões sobre a inclusão e a segurança durante o evento. As incertezas sobre a realização dos jogos em cidades administradas por partidos diferentes também são preocupantes. A Copa do Mundo de 2026, portanto, não apenas expande o alcance do futebol, mas também apresenta desafios logísticos e políticos que devem ser cuidadosamente geridos.

