Em novembro de 2025, a economia da China enfrentou um momento crítico, com a produção industrial crescendo apenas 4,8% em relação ao ano anterior, o mais fraco desde agosto de 2024. Além disso, as vendas no varejo cresceram apenas 1,3%, a menor taxa desde dezembro de 2022, indicativa de uma desaceleração preocupante. Esses dados reforçam a urgência de novas medidas para impulsionar o crescimento econômico até 2026.
Os desafios enfrentados pela economia chinesa são significativos, incluindo o esgotamento dos subsídios ao consumidor e uma crise imobiliária que impacta os gastos das famílias. Com as exportações como um dos poucos motores de crescimento, autoridades alertam que essa estratégia pode ser insustentável a longo prazo. O Fundo Monetário Internacional também tem pressionado por reformas estruturais, destacando a fragilidade do setor imobiliário e sua relevância para a riqueza das famílias.
As implicações dessa estagnação econômica são profundas, pois especialistas afirmam que a confiança do consumidor deve ser restaurada para evitar uma desaceleração ainda mais acentuada. A correção do setor imobiliário pode custar até 5% do PIB nos próximos três anos, um peso significativo para a economia. A falta de ações decisivas pode resultar em um cenário desafiador para a China, que busca alternativas para sustentar seu crescimento em um ambiente global cada vez mais competitivo.

