O governo dos Estados Unidos anunciou a remoção de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky. A atualização, divulgada em 12 de dezembro de 2025, também inclui a empresa do casal, o LEX – Instituto de Estudos Jurídicos Ltda., que foi sancionada em julho deste ano devido a alegações de abusos de direitos humanos e censura.
As sanções, que bloqueavam bens nos EUA e restringiam transações financeiras, foram baseadas em acusações de que Moraes teria cometido graves violações de direitos humanos. Durante o período de sanção, Moraes foi acusado de abuso de poder judicial e censura, especialmente em casos envolvendo opositores políticos e restrições em redes sociais. A decisão dos EUA foi amplamente vista como uma resposta ao papel do ministro em ações contra Jair Bolsonaro e sua administração.
A retirada dos nomes da lista não foi acompanhada de justificativas por parte do governo americano, deixando dúvidas sobre os motivos que levaram a essa mudança. O impacto da remoção poderá influenciar as relações bilaterais e a percepção pública sobre Moraes e suas ações. Especialistas aguardam que essa decisão possa afetar potenciais futuras interações entre autoridades brasileiras e americanas.


