No encerramento do ano Judiciário em 19 de dezembro de 2025, o presidente do STF, Edson Fachin, defendeu a implementação de um código de ética para a magistratura. Em seu discurso, Fachin destacou a importância de os magistrados atuarem com rigor técnico e sobriedade, além de enfatizar a necessidade de autocontenção por parte do Judiciário. Ele argumentou que a superação de personalismos é essencial para fortalecer as estruturas republicanas e o respeito entre os Poderes.
Durante o seu pronunciamento, Fachin abordou a proposta em desenvolvimento de diretrizes éticas para a magistratura, ressaltando que essa iniciativa busca restaurar a confiança pública no sistema judiciário. Ele também destacou que o STF não deve ceder a pressões externas, reafirmando o compromisso da Corte com a proteção dos direitos fundamentais e a democracia. A resistência à proposta entre alguns magistrados indica os desafios enfrentados para a sua implementação.
A proposta de Fachin pode ter implicações significativas para o fortalecimento da independência do Judiciário no Brasil. Ao enfatizar a necessidade de diálogo e serenidade, ele busca garantir que a Corte continue a atuar como guardiã da Constituição. O sucesso dessa iniciativa poderá, portanto, influenciar a percepção pública sobre a integridade e a eficácia do sistema judiciário brasileiro nos próximos anos.

