A Geração Z, que inclui indivíduos nascidos entre meados dos anos 1990 e 2010, deve representar 58% da força de trabalho mundial até 2030, conforme apontado pelo Fórum Econômico Mundial. Essa geração, que está entrando no mercado com maior acesso à informação e poder de escolha, pressiona as empresas a reformularem suas ofertas de benefícios para atraí-los e mantê-los.
As pesquisas indicam que, além da remuneração, a Geração Z valoriza aspectos como propósito, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e desenvolvimento profissional. Embora 57% dos jovens se sintam satisfeitos com os benefícios atuais, uma grande maioria deseja personalizar suas opções, o que revela um descompasso entre o que é oferecido e o que realmente importa para essa nova força de trabalho. Esses fatores se tornam críticos, pois 86% dos jovens afirmam que só permanecerão em uma empresa se houver oportunidades de crescimento e aprendizado contínuo.
As empresas enfrentam um desafio significativo ao precisar adotar políticas mais humanas e flexíveis, que atendam às expectativas desta geração. A valorização do bem-estar e a personalização dos benefícios são agora requisitos mínimos para a retenção de talentos. Assim, os executivos do setor devem se adaptar rapidamente a essa nova realidade para garantir a competitividade no mercado.

