Rússia intensifica ataques a Kiev antes de reunião entre Trump e Zelenski

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Na madrugada de sábado, a Rússia lançou intensos bombardeios em Kiev e em regiões do nordeste e sul da Ucrânia, deixando um morto e 19 feridos. O ataque resultou em milhares de residências sem eletricidade e aquecimento, complicando ainda mais a situação, especialmente com as temperaturas baixas. O bombardeio ocorre a um dia de uma importante reunião entre o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e o presidente dos EUA, Donald Trump, que se encontra na Flórida neste domingo.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, confirmou a morte de uma mulher de 47 anos, além de danos significativos à infraestrutura elétrica da cidade. Os ataques foram realizados com drones e mísseis, incluindo os mísseis ultrassônicos Kinshal, conforme relatado por veículos de mídia ucranianos. Zelenski, antes de sua viagem aos Estados Unidos, afirmou que os recentes ataques demonstram a falta de vontade da Rússia em buscar uma resolução pacífica para o conflito.

A reunião entre Zelenski e Trump é vista como crucial para as negociações de paz, especialmente após a rejeição de um plano de 20 pontos apresentado pelo presidente ucraniano antes do Natal. Zelenski reiterou suas exigências de controle total da região de Donbass e rejeitou a presença de tropas estrangeiras como parte das garantias de segurança. Em resposta aos ataques russos, a Polônia fechou dois aeroportos e mobilizou suas forças aéreas para garantir a segurança em seu espaço aéreo.

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