Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, destaca a importância do setor de seguros na resiliência das cidades diante de eventos climáticos extremos, em um cenário onde a população urbana está em constante crescimento. O aumento das áreas urbanas e a intensificação de desastres, como chuvas fortes e estiagens, demandam que as seguradoras adotem uma postura proativa para mitigar impactos e proteger comunidades vulneráveis.
As mudanças climáticas exigem um novo enfoque no planejamento urbano e na infraestrutura das cidades, que precisam se adaptar para enfrentar inundações, superaquecimento e outros desafios. O seguro se torna fundamental nesse contexto, não apenas para indenizar danos, mas para antecipar riscos e promover práticas sustentáveis. A realização da COP30 no Brasil evidencia a urgência de se implementar medidas que garantam a resiliência econômica e social das populações.
A colaboração entre o setor de seguros, governos e a sociedade é vital para construir um futuro mais seguro e sustentável. A abordagem proativa das seguradoras, que inclui análises preditivas e incentivos para práticas sustentáveis, pode transformar a forma como as cidades se preparam e se adaptam. Assim, a resiliência urbana deixa de ser uma opção e se torna uma responsabilidade compartilhada para enfrentar as incertezas climáticas.

