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Setor produtivo questiona manutenção da Selic em 15% e pede cortes

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

O Banco Central manteve a Taxa Selic em 15% ao ano, uma decisão amplamente esperada, mas que gerou críticas do setor produtivo em 10 de dezembro de 2025. Entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) apontam que essa postura representa um obstáculo ao crescimento econômico, em um momento de inflação em queda e desaceleração no mercado de trabalho.

A CNI classificou a manutenção da Selic como ‘excessiva e prejudicial’, argumentando que há espaço para cortes sem comprometer a meta de inflação. O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados, Felipe Queiroz, também criticou a desconexão da política monetária brasileira com o cenário econômico internacional, onde países como os Estados Unidos já iniciaram cortes nas taxas de juros.

As centrais sindicais, incluindo a Força Sindical, reforçaram a ideia de que a política atual favorece especuladores e estrangula a economia, limitando o consumo e dificultando o desenvolvimento. Com a inflação controlada, as críticas se intensificam, e o futuro das políticas monetárias no Brasil permanece incerto, exigindo atenção das autoridades para as necessidades do setor produtivo.

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