Em novembro de 2025, o Tesouro Nacional do Brasil anunciou um superávit primário de R$ 1,114 bilhão, conforme divulgou o órgão em 29 de dezembro. Este resultado contribui para um acumulado de R$ 244,452 bilhões ao longo do ano, destacando uma recuperação nas contas públicas. Em contrapartida, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) enfrentou um déficit primário de R$ 21,286 bilhões no mesmo período.
Além disso, o Banco Central também apresentou resultados negativos, com um déficit de R$ 239,4 milhões em novembro, elevando o total acumulado de déficits para R$ 914,4 milhões em 2025. Esses números evidenciam as dificuldades financeiras que algumas instituições estão enfrentando, apesar do superávit registrado pelo Tesouro. O indicador de receita líquida ajustada (RLA) fechou em 4,63%, refletindo uma estratégia fiscal mais robusta.
As implicações desse superávit primário são significativas para a política fiscal do país, pois indicam uma capacidade do governo em controlar suas despesas. A recuperação nas contas do Tesouro pode influenciar positivamente a confiança do mercado e a sustentabilidade fiscal no longo prazo. Contudo, os déficits em outras áreas, como o INSS, ressaltam a necessidade de reformas para equilibrar as contas públicas de maneira mais abrangente.

