Na última segunda-feira (29/12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas realizaram um ataque terrestre na Venezuela, destruindo uma área utilizada para o carregamento de barcos envolvidos no tráfico de drogas. O ataque, ocorrido na semana passada, representa um marco na campanha militar dos EUA contra o narcotráfico na região. Trump declarou que a instalação não existe mais e que todos os barcos foram atingidos.
O presidente mencionou que a ação foi uma resposta ao crescimento do narcotráfico, especialmente de cocaína proveniente da Colômbia, que utiliza a Venezuela como uma rota de transporte. Embora a Venezuela não seja um grande produtor, o governo americano tem intensificado as operações na área, com o objetivo de pressionar o regime de Nicolás Maduro. O Pentágono ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ataque, e o governo venezuelano permaneceu em silêncio.
Esse ataque marca uma escalada nas ações dos EUA na América Latina, refletindo a crescente tensão entre Washington e Caracas. Enquanto mais de 100 pessoas foram mortas em operações no Caribe e Pacífico, o uso de operações em terra representa uma nova fase na estratégia americana. As repercussões desse ataque podem afetar as relações diplomáticas e a segurança na região, intensificando o debate sobre as ações do governo de Trump frente ao narcotráfico.

