No sábado, 27 de dezembro, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, desembarcou no Canadá para uma reunião com o primeiro-ministro Mark Carney, logo após um bombardeio russo que devastou Kiev. O ataque, que deixou mais de um milhão de residências sem eletricidade, coincidiu com a preparação de Zelensky para um encontro crucial com Donald Trump nos Estados Unidos, onde discutirão um plano para encerrar o conflito iniciado em fevereiro de 2022.
Durante sua reunião com Carney, o primeiro-ministro canadense condenou a violência da Rússia e ressaltou a necessidade de um apoio contínuo à Ucrânia. O ataque aéreo, que envolveu drones e mísseis, resultou em diversas baixas, incluindo mortes e feridos em prédios residenciais. Zelensky enfatizou que a agressão russa demonstra a falta de vontade de Moscou em buscar a paz, aumentando a urgência de uma resposta internacional unificada.
Os desdobramentos dessa visita se estendem para a próxima reunião com Trump, onde Zelensky discutirá um plano de 20 pontos proposto pelos Estados Unidos para a situação na Ucrânia. O plano sugere uma série de concessões que exigiriam a aprovação da população ucraniana e a criação de zonas desmilitarizadas no leste do país. Além disso, a visita ocorre em um contexto de crescente tensão, com novos escândalos de corrupção emergindo na Ucrânia, complicando ainda mais o cenário político local.

