Crianças da geração da superexposição, como Brooklyn Beckham e o príncipe Harry, estão sendo usadas por seus pais para obter fama nas redes sociais. Desde antes do nascimento, suas vidas são compartilhadas online, com cada marco sendo registrado e monetizado. Esse fenômeno levanta preocupações sobre o impacto psicológico e social que essa exposição excessiva pode ter sobre elas.
A prática de compartilhar momentos íntimos, como o nascimento e os primeiros passos, cria um ambiente em que as crianças se tornam conscientes de uma audiência. Muitas vezes, elas se sentem pressionadas a se comportar de maneira a agradar os pais, mesmo que isso signifique suprimir seus próprios desejos e sentimentos. Essa dinâmica pode resultar em uma relação complexa com a fama e a autenticidade, moldando suas identidades desde tenra idade.
As implicações desse fenômeno são profundas e potencialmente prejudiciais. À medida que essas crianças crescem, podem começar a questionar o papel que desempenham nas redes sociais e os efeitos de sua exposição na vida real. A sociedade precisa refletir sobre a ética da superexposição infantil e as responsabilidades dos pais nesse novo contexto digital.

