Com a chegada do novo ano, muitos buscam estabelecer novos hábitos, mas o autor destaca a relevância de um ritual que já faz parte de sua rotina: assistir a séries. Acompanhado de seu marido, ele valoriza o tempo dedicado a boas produções, que proporcionam momentos de conexão e reflexão, especialmente quando o cinema não é uma opção viável.
O texto menciona diversas minisséries de qualidade, como ‘The Dropout’, que conta a história de Elizabeth Holmes, e ‘WeCrashed’, sobre a queda da WeWork. Essas narrativas, muitas vezes baseadas em fatos reais, capturam a atenção do público e geram discussões sobre temas relevantes. O autor também destaca a variedade de gêneros disponíveis, desde ficções históricas até dramas contemporâneos, que enriquecem a experiência do espectador.
Ao final, a mensagem é clara: boas histórias permanecem relevantes e não necessitam de um calendário para serem apreciadas. O autor sugere que, em vez de buscar incessantemente por novidades, devemos valorizar o que já temos, criando um espaço para histórias que tocam e conectam, como certos hábitos que nos acompanham ao longo da vida.

