Em 5 de janeiro de 2026, o noticiário internacional deu destaque ao ataque dos Estados Unidos que resultou na derrubada de Nicolás Maduro na Venezuela. O objetivo da ação foi declarado claramente: facilitar o acesso às reservas de petróleo do país. As repercussões imediatas foram visíveis no mercado financeiro, onde as ações da Chevron subiram mais de 7%, acompanhadas por ganhos da ConocoPhillips e Exxon Mobil.
Embora o aumento das ações indique otimismo, especialistas alertam que a extração do petróleo venezuelano implica desafios significativos. A necessidade de investimentos massivos, estimados em US$ 10 bilhões anuais ao longo de dez anos, levanta questões sobre a viabilidade a curto prazo. Além disso, a queda de 20% nos preços do petróleo Brent nos últimos doze meses sugere que a rentabilidade desse investimento pode ser incerta.
O sentimento positivo no mercado financeiro contrasta com os riscos políticos associados ao governo de Donald Trump, que já fez novas ameaças à Colômbia e à Groenlândia. Nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU se reunirá para discutir as consequências do ataque à Venezuela. O futuro das operações de petróleo no país e o impacto no mercado global continuam em foco, enquanto a Petrobras apresenta leve recuo no pré-mercado americano.

