Um homem, acusado de estuprar uma mulher em Londres, afirmou em tribunal que não ficou irritado com uma ligação recebida por ela de Barron Trump, filho do presidente dos Estados Unidos. O incidente teria ocorrido em janeiro do ano passado, quando o jovem estava em uma videochamada com a mulher e alegadamente testemunhou o assalto, alertando as autoridades locais sobre a situação.
Durante o julgamento, o advogado de defesa argumentou que a ligação não teve impacto nas ações do acusado, que negou todas as acusações. A mulher envolvida não pode ser identificada devido a questões legais, e o tribunal está analisando as evidências apresentadas, incluindo a chamada que ocorreu momentos antes do suposto ataque. Este caso destaca a complexidade de situações envolvendo figuras públicas e suas interações em momentos críticos.
As implicações deste caso vão além das acusações individuais, pois podem afetar a percepção pública sobre a segurança e a responsabilidade de testemunhas em situações de crime. A presença de Barron Trump como testemunha potencial traz à tona questões sobre o papel de celebridades e políticos em casos judiciais. O tribunal continuará a ouvir testemunhas e examinar as evidências nas próximas semanas.

