Agências de inteligência dos Estados Unidos manifestaram desacordo com a oposição repentina de Donald Trump ao acordo de Chagos, conforme relatou Keir Starmer. Fontes de Downing Street afirmam que o acordo já está consolidado e não será comprometido pela recente mudança de postura do presidente americano, que o qualificou como um ‘ato de grande estupidez’. Essas declarações foram feitas pelo primeiro-ministro durante um voo a Pequim, onde discutirá questões de segurança nacional do Reino Unido.
A posição do governo britânico, que reafirma o apoio ao acordo de Chagos, ressalta a importância estratégica da questão para a defesa dos EUA. A mudança de opinião de Trump pode ser vista como uma tentativa de influenciar a política externa americana, mas as agências de inteligência parecem manter uma visão diferente, enfatizando os benefícios do acordo. Esta situação evidencia uma possível fricção nas relações entre o Reino Unido e os EUA, principalmente em um momento em que a segurança nacional britânica está em pauta.
Com a visita a Pequim, o primeiro-ministro poderá abordar a situação de forma mais direta e buscar garantir que a posição britânica seja respeitada. O desdobramento dessa discussão pode impactar não apenas as relações transatlânticas, mas também a dinâmica de segurança global, à medida que os aliados buscam alinhar suas estratégias em meio a tensões geopolíticas em evolução. Portanto, o acordo de Chagos permanece um ponto crucial nas negociações entre o Reino Unido e os Estados Unidos.

