Economistas da Alemanha estão sugerindo a retirada de suas reservas de ouro dos Estados Unidos, citando a mudança nas relações transatlânticas e a imprevisibilidade do ex-presidente Donald Trump como fatores de risco. O país possui aproximadamente €164 bilhões em ouro, sendo que 1.236 toneladas estão armazenadas em cofres em Nova York.
As vozes que pedem a repatriação do ouro refletem um crescente desconforto com a situação política atual e a confiança nas instituições financeiras norte-americanas. Especialistas argumentam que a segurança das reservas pode estar ameaçada, levando a um questionamento sobre a viabilidade da permanência desse ativo no exterior.
Se essa estratégia for implementada, poderá ter implicações significativas nas relações econômicas entre a Alemanha e os Estados Unidos. Além disso, a movimentação de grandes quantidades de ouro pode afetar os mercados financeiros globais, criando um novo paradigma para a gestão de reservas nacionais em tempos de incerteza.

