Os líderes do Chile, Colômbia e México manifestaram-se contra o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, clamando pela proteção da soberania e integridade territorial do país. O presidente colombiano, Gustavo Petro, enfatizou a importância de buscar soluções pacíficas por meio do diálogo e da diplomacia, ressaltando o compromisso do país com os princípios da Carta das Nações Unidas.
Por outro lado, a Argentina celebrou a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, enquanto a Bolívia qualificou seu governo como um narcoestado. Os posicionamentos divergentes entre os países refletem a complexidade da situação na América Latina, onde a intervenção dos EUA gera diferentes reações entre os governos da região.
As implicações dessa intervenção militar podem ser significativas, potencialmente exacerbando as tensões regionais e afetando a dinâmica geopolítica. Especialistas alertam que essa ação pode ser parte de uma estratégia mais ampla dos EUA para solidificar seu controle sobre o petróleo venezuelano e limitar a influência de potências como China e Rússia na América Latina.

