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Leitura: André Hayato Saito e o curta ‘Amarela’: um retrato da identidade nipo-brasileira
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Cultura

André Hayato Saito e o curta ‘Amarela’: um retrato da identidade nipo-brasileira

Camila Pires
Última atualização: 23 de janeiro de 2026 23:33
Camila Pires
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Tempo: 2 min.
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O paulista André Hayato Saito, diretor nipo-brasileiro, lançou o curta-metragem ‘Amarela’, que aborda a questão da identidade e pertencimento de jovens nipo-brasileiros. Com apenas 15 minutos de duração, o filme chegou a integrar a shortlist para o Oscar, refletindo sobre as experiências e desafios vividos por essa comunidade. A obra foi amplamente reconhecida, participando de mais de 100 festivais de cinema ao redor do mundo.

Em ‘Amarela’, Saito narra a história de uma adolescente que busca seu lugar em um ambiente onde é vista como ‘estranha’ tanto para brasileiros quanto para japoneses. A produção é um importante marco na representação da cultura nipo-brasileira e do dilema de pertencimento enfrentado por muitos. O filme também se destaca por ser um retrato sensível da vivência familiar e das tradições que permeiam essa identidade.

O diretor, que possui raízes profundas na cultura japonesa, expressa a importância de discutir temas de identidade em uma sociedade multicultural. Mesmo não tendo sido indicado ao Oscar, Saito vê a trajetória de ‘Amarela’ como um reconhecimento valioso, que abre portas para novas narrativas no cinema brasileiro. O próximo projeto do cineasta, ‘Crisântemo Amarelo’, promete aprofundar ainda mais a discussão sobre luto e identidade dentro da cultura japonesa.

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