André Valadão critica Damares e diz que investigação é ataque à igreja

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Após a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgar uma lista com pastores e igrejas investigados na CPMI do INSS, o pastor André Valadão, um dos citados, reagiu, chamando a ação de “perseguição caluniosa”. Ele, que é líder da Lagoinha Global e reside nos Estados Unidos, argumentou que sua inclusão na lista representa um ataque à credibilidade das instituições religiosas. Valadão criticou o deputado Rogério Correia (PT-MG), autor da solicitação, afirmando que irá processá-lo por difamação.

Em suas declarações, Valadão enfatizou que a investigação não se limita a uma ofensa pessoal, mas representa uma ameaça a toda a comunidade evangélica. Ele também fez referência a outras figuras mencionadas na CPMI, como Fabiano Zettel, que enfrentou investigações relacionadas à Operação Compliance Zero. O pastor expressou sua frustração com a forma como as denúncias foram tratadas e a percepção de que as investigações visam desacreditar líderes cristãos.

O desdobramento dessa situação pode gerar um clima de tensão nas relações entre políticos e líderes religiosos, especialmente em um contexto onde a liberdade de culto é frequentemente debatida. Valadão e outros líderes evangélicos se manifestaram sobre a necessidade de proteger a integridade das instituições religiosas frente à pressão política. A resposta de Damares e de outros envolvidos poderá influenciar a continuidade das investigações e o futuro das relações entre a igreja e o Estado.

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