Um ataque aéreo realizado por Israel na região central da Faixa de Gaza, na quarta-feira, 21 de janeiro, resultou na morte de pelo menos cinco pessoas que estavam em um carro de uma organização humanitária. Entre as vítimas, três eram profissionais de mídia, incluindo fotojornalistas e um correspondente que cobriam a situação no local, especificamente em um acampamento do Comitê Egípcio de Ajuda Humanitária.
Os fotojornalistas Abed Shaat e Anas Ghoneim, junto com o correspondente Muhammad Qashta, estavam documentando a realidade palestina na área de al-Zahra. O veículo, pertencente ao Comitê Egípcio, exibia o emblema da organização, conforme evidenciado por um vídeo divulgado por um jornalista. A confirmação das mortes foi feita por uma fonte do comitê, que considerou o ataque um evento alarmante.
O ataque levanta preocupações sobre a segurança de jornalistas e trabalhadores humanitários na região, onde a situação já é tensa. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, enquanto o episódio é visto como um alerta sobre os riscos enfrentados por aqueles que relatam os conflitos em áreas de guerra. O incidente poderá impactar futuras operações de ajuda humanitária e a cobertura jornalística na Faixa de Gaza.

