Ataques aéreos em Mianmar matam pelo menos 170 durante eleições contestadas

Eduardo Mendonça
Tempo: 2 min.

Pelo menos 170 pessoas foram mortas em ataques aéreos em Mianmar durante as eleições criticadas pela comunidade internacional, conforme relatado pela ONU em 30 de janeiro de 2026. As fontes da ONU informaram que mais de 400 ataques aéreos foram contabilizados no mesmo período, evidenciando a escalada da violência no país. A situação levanta sérias preocupações sobre a segurança dos cidadãos e a integridade do processo eleitoral.

No contexto das eleições, a violência tem sido uma constante nas últimas semanas, com relatos de bombardeios indiscriminados em áreas civis. A comunidade internacional expressou sua indignação frente à repressão e à falta de um ambiente seguro para a realização das eleições. Observadores locais e internacionais têm chamado a atenção para a necessidade de proteger os direitos humanos e garantir um processo eleitoral justo.

As implicações dessa onda de violência podem ser profundas, afetando não apenas a estabilidade interna de Mianmar, mas também suas relações com outros países e organizações internacionais. A ONU e outros organismos têm discutido a possibilidade de intervenções para responder à crise humanitária crescente. O futuro político de Mianmar permanece incerto, à medida que a pressão sobre o governo militar aumenta e a necessidade de diálogo e reconciliação se torna mais urgente.

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