Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, Israel realizou ataques aéreos em Gaza que resultaram na morte de ao menos 13 pessoas, incluindo cinco crianças. A ação foi justificada pelas Forças de Defesa de Israel como uma retaliação ao lançamento de um míssil pelo Hamas, que acabou falhando e caindo dentro do enclave. O ataque acontece em um contexto de crescente tensão e acusações mútuas de violação do cessar-fogo estabelecido anteriormente.
Moradores de Gaza, que foram orientados a deixar suas casas antes dos bombardeios, relataram o desaparecimento de seus pertences ao retornarem. A situação humanitária na região continua crítica, com mais de 400 palestinos mortos desde o início do cessar-fogo, segundo autoridades locais. A administração do enclave enfrenta desafios significativos em meio à instabilidade, enquanto Israel defende suas ações como necessárias em resposta a violações do Hamas.
Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está prestes a anunciar um ‘conselho de paz’ destinado a supervisionar o cessar-fogo e implementar um plano de 21 pontos para encerrar a guerra. O diplomata búlgaro Nickolay Mladenov foi indicado para liderar este conselho, que deverá focar em medidas como o desarmamento do Hamas e a retirada gradual das tropas israelenses. A eficácia desse plano ainda é incerta, considerando o histórico de tensões na região.

