Ativistas separatistas de Alberta são acusados de traição por encontros secretos com EUA

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Ativistas separatistas na província de Alberta, no Canadá, realizaram reuniões secretas com oficiais da administração de Donald Trump, levando o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, a acusá-los de ‘traição’. Eby afirmou que buscar apoio de um país estrangeiro para dividir o Canadá é uma ação que pode ser classificada como traição. As declarações foram feitas em uma coletiva de imprensa na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026.

Essas revelações ocorrem em um momento em que os esforços separatistas em Alberta parecem estar se intensificando, o que levanta preocupações sobre a integridade territorial do Canadá. O governo da Colúmbia Britânica está monitorando a situação de perto, dado o potencial impacto que esses movimentos podem ter nas relações entre as províncias e a unidade nacional. Os encontros secretos indicam uma estratégia ousada por parte dos ativistas, que buscam apoio internacional para sua causa.

As implicações dessas reuniões vão além do discurso político, podendo afetar diretamente as relações entre o Canadá e os Estados Unidos. A acusação de traição pode resultar em um aumento das tensões regionais e na necessidade de o governo federal agir para reafirmar a unidade do país. Com a situação em evolução, as autoridades canadenses podem intensificar suas medidas de segurança e vigilância sobre atividades separatistas.

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