Ato no Rio marca três anos dos atentados de 8 de janeiro e defende democracia

Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

Na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro, centrais sindicais e movimentos sociais promoveram, em 8 de janeiro, um ato em defesa da democracia. A mobilização lembrou os três anos dos atentados de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram instituições em Brasília, marcando uma tentativa de golpe de Estado. Para os organizadores, a data é um símbolo da vigilância necessária para proteger a democracia brasileira.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores do Estado do Rio de Janeiro (CUT-RJ), Sandro César, enfatizou que a lembrança dos eventos de janeiro de 2023 reforça a importância das condenações de golpistas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele destacou que as prisões servem como um alerta para as futuras gerações sobre a importância de respeitar a Constituição. O presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, José Ferreira, criticou propostas de anistia e defendeu a mobilização popular para pressionar o Congresso.

João Pedro, do movimento de juventude Juntos, enfatizou a necessidade de mobilização contínua para enfrentar os ataques da extrema direita. Ele ressaltou que é fundamental resistir e apresentar alternativas para as crises atuais. O ato não só recordou uma data sombria da história recente, mas também reafirmou o compromisso de muitos com a defesa da democracia e a luta contra qualquer forma de autoritarismo.

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