Aumento nos preços de alimentos no Reino Unido é atribuído a custos de energia

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

Os dados mais recentes do British Retail Consortium (BRC) apontam que os preços dos alimentos no Reino Unido subiram 3,9% em janeiro de 2026, em comparação com 3,3% no mês anterior. Esse aumento foi atribuído aos crescentes custos de energia e à elevação nas contribuições do seguro nacional para empregadores, conforme anunciado pela chanceler Rachel Reeves. Os varejistas afirmam que essa situação está dificultando a absorção de custos para fornecedores e supermercados.

Além do aumento nos preços dos alimentos, o BRC informou que o preço de todos os produtos nas lojas subiu 1,5% em janeiro, superando a expectativa de economistas de uma alta de apenas 0,7%. Essa taxa de aumento é também superior à média dos últimos três meses, que foi de 0,9%. Esse cenário sugere uma pressão inflacionária crescente sobre os consumidores britânicos.

As implicações desse aumento nos preços são significativas, pois podem impactar o poder de compra das famílias e a dinâmica do mercado varejista. À medida que os custos se elevam, a capacidade de os supermercadistas absorverem esses aumentos se torna cada vez mais limitada, potencialmente levando a uma desaceleração nas vendas. O BRC e os varejistas estão agora em busca de soluções para mitigar os efeitos dessa inflação nos preços dos alimentos.

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